domingo, 22 de junho de 2014

PT e Lula já pressionam Dilma a abrir o cofre, afinal a eleição já começou

 O mistério de quem seria o candidato do PT nas eleições nunca fez parte da pauta do partido, pelo menos na realidade daqueles que lideram, mas esteve na ordem do dia da oposição até a convenção petista passar. Lula esta definitivamente fora da disputa, Dilma dispõe a partir de agora do apoio integral da militância e até os desconfiados que clamavam pela volta de Lula já mudaram o discurso.

   Algum tempo atrás o ex-presidente Lula fez críticas a equipe econômica, engrossando o coro da oposição que enxerga exatamente o que relatou Lula, não chegou a ser uma saia justa, mas o tema volta a ser levantado e agora com Dilma como candidata. O partido entende que precisa deixar claro quais serão as ações do governo para incentivar o crescimento da economia desde agora, já que o discurso oposicionista vem todo pautado nas mazelas econômicas que o brasil passa ou poderá passar nos próximos anos se não mudar os rumos da sua política para o setor.

     Liberações de recursos para isso ou aquilo, concessões de reajustes para servidores e como já foi feito para agricultura e a indústria nacional, ações que incentivem o crescimento do PIB fazendo a economia deslanchar ou pelo menos não patinar em ano eleitoral. Pragmática Dilma reluta em ceder as pressões internas do partido e evita comentários sobre o que anda expondo o ex-presidente sempre que tem oportunidade.
     O PT tem como mote de campanha os feitos dos últimos 12 anos, a arma em termos de economia será a da comparação com os feitos dos governos do PSDB, Dilma é peça chave desta engrenagem, mas o partido vai ter como base as realizações de Lula para convencer o eleitor, já que o legado do atual governo é tão modesto quanto dos adversários. Na visão petista não é o governo Dilma que precisa ser avaliado e aprovado, mas sim a gestão e as realizações petistas desde que Lula assumiu em 2003.
     Mais do que o embate entre Aécio e Dilma, o PT quer confrontar as realizações dos Governos de Lula e FHC, o comparativo ira colocar os dois ex-mandatários no centro da discussão, chamando até mais atenção do que o confronto direto de Dilma e Aécio em uma eleição polarizada entre PT e PSDB.

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